O governador Ricardo Coutinho assinou na manhã deste sábado (5) a
ordem de serviço para conclusão do Sistema Adutor de Mucutú, no
município de Taperoá, que garantirá o abastecimento de água para 12.761
habitantes até 2024. As obras foram iniciadas em 2008, mas estavam
paralisadas. A sua última etapa será retomada com um investimento de R$
943.058,48.
A obra, que faz parte do Pacto Social, foi autorizada pelo governador
em solenidade na Praça Epitácio Pessoa, no Centro de Taperoá, onde
centenas de pessoas agradeceram a retomada da adutora.
O prefeito de Taperoá, Jurandir Gouveia, falou que incluiu a adutora
dentro dos projetos da 2ª edição do Pacto Social, após a escolha da
própria população durante uma enquete transmitida em uma emissora de
rádio. “Podíamos ter inscrito a pavimentação de ruas ou a conclusão da
adutora.
Mas o povo escolheu a adutora, que trará água da barragem de
Mucutú, que após ser tratada chegará às torneiras das casas dos
moradores de Taperoá. Temos essa certeza que, assim como foi com as
outras obras, o governo vai entregar a adutora, que será a redenção e
trará a segurança hídrica do município”, destacou Jurandir.
O governador destacou que a questão da água é algo muito grave no
município de Taperoá, com a baixa do nível das águas do açude que
abastece a cidade. Ele explicou que, graças ao Pacto Social e a lógica
de desenvolvimento com inclusão social de todas as regiões, o governo
vai concluir a adutora. “Esperamos que junto com a adutora as chuvas
cheguem para melhorar a situação dos caririzeiros. Essa é uma água que
possui um nível de salinidade um pouco superior à média, mas com o
devido tratamento, abastecerá uma cidade castigada pela seca”,
completou.
Ricardo Coutinho acrescentou que se não fosse a inversão da lógica da
gestão não teria o dinheiro para concluir o Hospital de Taperoá, a
estrada ligando o município à BR-230, a reforma da escola Melquíades
Vilar, realizar as obras de saneamento e, agora, iniciar a tão sonhada
adutora.
A obra será gerenciada pela Cagepa, por meio da Viga Engenharia, e
vai gerar 125 empregos diretos e indiretos. De acordo com o presidente
da Cagepa, Deusdete Queiroga, o sistema da adutora de Mucutú contará com
duas estações elevatórias, adutora de 22.200m, um stand-pipe e dois
tanques de abastecimento. “Esta adutora levará água do açude de Mucutú,
em Juazerinho, até a estação de tratamento de Taperoá, de onde será
distribuída para as casas de 3.190 famílias que hoje sofrem com o
racionamento para não secar de vez”.
A professora do município, Rosinalda Gouveia, disse que a situação no
município é muito difícil porque a reserva de água do açude que
abastece o município secou. “A situação levou a Cagepa a fazer
racionamento por dia e horário para a água não acabar de vez. Esperamos
agora que a adutora resolva a situação da água que hoje é a grande
necessidade do nosso município”, contou a professora.
O aposentado Vandino Araújo disse que essa obra já era para ter sido
entregue, pois a água quando chega hoje em Tapeorá é ruim até para
cozinhar. “A gente usa a água porque é o jeito, pois sem água ninguém
vive. Com essa adutora, o governador tem apoio garantido da população
que sonha em receber todo o dia uma água de qualidade em sua casa”,
completou seu Vandino.
O vice-governador Rômulo Gouveia, o secretário de Desenvolvimento
Municipal, Manoel Ludgério, o presidente da Cagepa, Deusdete Queiroga, a
secretária de Educação do Estado, Márcia Lucena, o superintendente da
Suplan, Ricardo Barbosa, a secretária de Comunicação, Estela Bezerra, e
prefeitos da região prestigiaram o evento.
Escola Nova – Ainda em Taperoá, o governador
inaugurou a reforma Escola Estadual Melquíades Vilar, beneficiando 1.600
alunos. Esta é a 11ª escola estadual inaugurada pelo atual governo,
construída pela Superintendência de Obras do Estado da Paraíba (Suplan).
Acompanhado da secretária de Educação do Estado, Márcia Lucena, e do
superintendente da Suplan, Ricardo Barbosa e prefeitos da região, o
governador conheceu a reforma realizada nas salas de aula, laboratórios,
parte externa, pintura e telhado. Ricardo conversou com professores e
alunos e conheceu os projetos de reciclagem e convivência com a seca
realizados na escola, inscritos no programa Escola de Valor.
A professora de Matemática, Ivonete Bezerra, disse que a escola que
estava em situação precária hoje está praticamente nova e mais
confortável com a chegada das cadeiras, quadros e os tablets. A
professora ressaltou a importância do Prêmio Escola de Valor, que
estimula os professores a melhorarem a qualidade de ensino e
apresentarem projetos pedagógicos que beneficiam diretamente na
aprendizagem dos alunos.
Para a aluna Tamires Tales, é bem melhor estudar em uma escola
limpinha, cuidada, com cadeiras novas e com professores querendo
realmente ensinar suas disciplinas. “Estou estudando numa escola bem
melhor após a reforma. Não vejo a hora de chegar no 1º ano e também
receber os tablets para a pesquisa e aprendizado”, completou.


Nenhum comentário:
Postar um comentário