No Brasil, o promotor Thales de Oliveira, da Infância e Juventude, aguarda por documentos da Bolívia para processá-lo.
"A única coisa que temos é a confissão do adolescente, insuficiente para o processo avançar. A Justiça boliviana ainda não nos enviou nem mesmo o laudo necroscópico."
Ele não pode ser extraditado: será processado por homicídio no Brasil. Se condenado por homicídio doloso, pode ser internado na Fundação Casa por até três anos. No caso de culposo, recebe medida de liberdade assistida.
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